quinta-feira, 18 de março de 2010

Uma solução: Dilma!

" Uma mulher para o Brasil é a solução (Dilma), para o Rio Grande do Norte é um problema(Rosalba). "


Antenor Roberto



Declaração do presidente estadual do Partido Comunista do Brasil-PCdoB/RN, fazendo referência a importância da eleição da Ministra Dilma Roussef (PT)candidata de Lula à presidência da República, como sinônimo de avanço e consolidação das conquistas obtidas pelo governo Lula, e da candidatura da Senadora Rosalba Ciarline ao governo do Estado do Rio Grande do Norte como significado de atraso político/administrativo, por se tratar de uma proposta conservadora e de direita, representada pelo DEM.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Avançar: Disputar e Vencer!

" A candidatura de Flávio Dino é uma prioridade do Partido nas próximas eleições, lamentou o atraso econômico e social a que o Maranhão está submetido e pregou a renovação ".

Disse ainda: " O Maranhão precisa do novo, da mudança, para acompanhar os passos largos que o Brasil está dando com o presidente Lula. "


Declarações de Luciana Santos - ex-prefeita de Olinda-PE, Secretária de Estado de Ciência e Tecnologia do governo do Estado de Pernambuco e vice-presidente nacional do Partido Comunista do Brasil-PCdoB, por ocasião de ato político realizado em São Luíz/MA, pelo Deputado Federal Domingos Dutra/PT e mais de 300 militantes do Partido dos Trabalhadores-PT, em manifestação de apoio a candidatura do Deputado Flávio Dino ao governo do Estado.

Flávio Dino é Deputado Federal pelo PCdoB/MA. Ao discursar, disse ser uma necessidade urgente de mudanças profundas na política maranhense.


Com informações do portal vermelho(http://www.vermelho.org.br/)



Sucesso Flávio Dino!

terça-feira, 16 de março de 2010

Mulheres do Brasil - 17ª

Mulheres que contribuíram para a formação e o desenvolvimento do Brasil.



Maria (Sécs. XVII-XVII)    Índia escrava.


Maria comprou a sua liberdade pela quantia de 32 mil réis, no ano de 1700, dos herdeiros de Luíza Leme, senhora de engenho na capitania de São Paulo. Este caso é exemplo raro de alforria incondicional na época.



Fonte: John Manuel Monteiro, Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Um sonhador!

IMAGINE


Imagine que não exista o paraíso,
é fácil se você tentar.
Nenhum inferno abaixo de nós,
Sobre nós, apenas o firmamento.
Imagine todas as pessoas
Vivendo para o dia de hoje...

Imagine que não existam países,
Não é difícil tentar.
Nada pelo que se mate, ou se morra,
Nenhuma religião, também.
Imagine todas as pessoas
Vivendo a vida em paz...

Imagine nenhuma propriedade,
Eu me pergunto se você conseque.
Nenhuma necessidade de ganância ou fome,
Apenas uma fraternidade de homens.
Imagine todas as pessoas
Compartilhando o mundo todo.

Você talvez diga que eu sou um sonhador,
Mas eu não sou o único.
Eu espero que algun dia você se junte a nós,
E o mundo será um só.


Joh Lennon



Poesia escrita originalmente em inglês, que se transformou, no mundo todo, em libelo pela paz.

domingo, 14 de março de 2010

E o amanhã!

" É preciso amar as pessoas como se não tivesse o amanhã ".



Renato Russo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

O drama de Brasília - 2ª / última parte.

Israel descrevia com olhos de quem já estava vendo o que nascia nas fundações. Os prédios cresciam nas superquadras. Eu lera a poética memória de Lúcio Costa que acompanhava o projeto histórico. A descrição " das luzes baças " que iluminariam as àreas de reisidência, igualando os homens e humanizando o conviver.


Três homens a sonhar

Juscelino, objetivo, olhando os dividendos políticos, Lúcio, o poeta-urbanista, imaginando que a cidade criaria um novo cidadão, e Oscar Niemeyer, o artista-escultor das linhas belas e curvas dos monumentos.

Os construtores eram sempre os mesmos: a peãozada, mão de obra da miséria, vindos das àreas rurais pobres do Nordeste e de Minas. Não dava tempo para pensar na concepção institucional. Brasília, nesses 50 anos, viu as àrvores e os homens chegarem de outras plagas. A espatódia africana de flores vermelhas e belas a expulsar a algaroba, e depois o exotismo dos canteiros de rosas, primaveras, gerânios a competir com as lores do cerrado. Brasília foi se formando com duas faces. Uma, burocrática, alienada da cidade, hóspede apenas.

Outra crescendo no clima de aventura, a construir seus valores de fronteira, sem amarras sem limites, que seria a verdadeira, com suas qualidades e defeitos, cultura e modo de viver. Com os dramáticos e inacreditáveis acontecimentos de hoje, vive as contrações de suas fraturas. Não seria o momento de pensar em novos rumos para a cidade, grande metrópole, realidade dolorosa, longe do sonho e da utopia primeira?



Viva Brasília!

quinta-feira, 11 de março de 2010

O drama de Brasília - 1ª parte.

Artigo de autoria de José Sarney - Escritor, ex-presidente da Répública e atual presidente do Senado Federal. Publicado no jornal Tribuna do Norte-Opinião, do dia 28 de fevereiro de 2010.



Fui a Brasília pela primeira vez em 1958, há 52 anos, a convite de Israel Pinheiro, herdeiro de uma tradição que vinha de seu pai, o notável João Pinheiro. Israel, acima de qualquer suspeita, apoiado pela oposição, fora escolhido para presidente da Companhia Construtora da Nova Capital, a célebre Novacap.

Era meu colega no Palácio Tiradentes, no Rio de Janeiro, comandando a temida Comissão de Finanças. Pessoalmente, mostrou-me as obras. Vi, fascinado, uma Babel: homens, caminhões e máquinas cruzando só estradas de poeira, um burburinho de máquinas, gentes, cimento, pedras em contraste com o silêncio das árvores sofridas e contorcidas de um cerrado ainda não derrubado.

Evoquei a página de Afonso Arinos sobre o buriti perdido,(...) testemunha sobrevivente do drama da conquista,(...) venerável epônimo dos campos". O pequi galhudo e verde, não desconfiando que em breve a motosserra corta-lhe-ia o pescoço.

Barracos, jardineiras nordestinas e no ar um cheiro de suor e poeira cobrindo a aventura da cidade que se levantava.


A 2ª parte deste artigo será publicada amanhã(12/03).