domingo, 2 de outubro de 2011

O único amor!

" Não quero ser o único amor de sua vida, me basta ser o último".


Poesia do Poeta e Escritor Vital Nogueira de Sousa

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O PCdoB, a Independência do Brasil e o Socialismo!

"A Independência foi fruto de um processo cumulativo resultante de lutas, que possibilitou a ruptura em 1822. Ao contrário do que proclama a historiografia oficial, não foi uma doação da metrópole portuguesa, e sim das jornadas populares de Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Pernambuco, e nos campos de batalha em Bahia, Maranhão e Piaui.

O rompimento com a opressão colonial tem raízes nas guerras do século XVII  contra holandeses; na Conjuração Mineira de 1789, que projeta o perfil heroico do alferes Tiradentes; na Conjuração Baiana de 1798. O processo de Independência do Brasil passa pelo episódio de 7 de setembro de 1822, mas vem de muito antes e vai até muito depois, com destaque para o 2 de julho de 1823 da Bahia.

A conquista da autonomia política não significou, porém, a derrota dos setores agromercantis - aliados internos da exploração estrangeira, principalmente a inglesa - que permaneceram à frente da política, da economia e da sociedade.

O projeto autonomista e democrático de José Bonifácio foi deixado de lado e substituído pelo programa dos latifundiários, dos traficantes de escravos e da Casa de Bragança. Isso estimulou heroicas rebeliões de natureza republicana e democrática: a Confederação do Equador no Nordeste: a Cabanagem no Pará: a Balaiada no Maranhão: a Farroupilha no Rio Grande do Sul: a Sabinada na Bahia: a Praeira em Pernambuco, massacradas pelo regime monárquico escravista.

Ao final do Império, objetivamente, a unidade nacional estrava consolidada e o Brasil detentor de um território continental."


É assim, que o Partido Comunista do Brasil aborda em seu Programa Socialista para o Brasil( Item 05),  a Independência  nesta data de 7 setembro, reconhecendo o acúmulo da luta e o protagonismo do Povo Brasileiro na construção de nossa Nação.

O momento de nossa política em solo pátrio é merecedor de aplausos, mas óbvio que não pode ficar somente nesse contentamento, seria muito pouco para quem tem condições de avançar mais, sobretudo no resgate as idéias que inspiraram o nosso patriarca da Independência José Bonifácio, tais como a Reforma Agrária(lenta e ainda muito distante, mesmo sendo uma bandeira reformista), proteção de nossa Florestas(atualmente atualizada com a contribuição do Deputado Federal Aldo Rebelo-PCdoB/SP, em Relatório apresentado ao Congresso Nacional sobre o Novo Código Florestal, bem como a nossa riqueza mineral, objeto de um tratado sobre mineralogia, que quase 200 anos depois ainda continua atualizado em seus propósitos e princípios.

A paciência( política e histórica) exigem firmesa e formação ideológica na construção de um projeto de transformação de modelos de sociedade, não é algo fácil de se tolerar, a impaciência sempre se manifesta, e se apresenta de diversas formas, nem sempre as mais adequadas e oportunas do ponto de vista do tempo da política e de seus acontecimentos na disputa do cotidiano.

Permanentemente o PCdoB vem percorrendo ao longo de quase 90 anos este caminho, com uma marca extraordinária que é a de manter o Socialismo como ideal de transformação, sem mitigar os problemas e desafios da demanda do cotidiano, mantem-se no leito da luta sem afastar-se das margens que limitam as fronteiras dos interesses de classes em nosso país.

Atualizando as suas idéias, expressa um Programa que tem a alma e a cara do Povo Brasileiro. Assim, é o PCdoB que amadurece sua experiência e continua jovem no seu ideário por um Brasil Soberano, Livre, Próspero, Independente, Solidário e Sustentável.

Consolidar espaços conquistados e abrir novos caminhos é o desafio do momento, buscar construir uma correlação de forças políticas e sociais capaz de nos conduzir a um novo patamar: o Socialismo!


Viva o Brasil, Viva José Bonifácio e o Partido Comunista do Brasil/PCdoB!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Papa e o Jerico!

No início da década de 1980, o motorista baiano Damião Galdino foi protagonista de um episódio que lhe garantiu fama. Criativo, Damião havia equipado um jumento com faróis, freio, buzina e outros itens usados em veículos. Muito católico, resolveu presentear o Papa João Paulo II quando este visitou o Brasil, em 1980. 

Acabou criando um embaraço para o Itamaraty, que não sabia o que fazer com o "Jericar". Três anos depois, cansado de esperar os desembaraços diplomáticos, Damião "do jeque" iniciou uma séria de protestos solitários. Subiu a rampa do Palácio do Planalto com o bicho, escalou o mastro da bandeira nacional e fez até greve de fome.

Além do problema do Jeque Galdino também queria chamar a atenção do mundo para o sofrimento do povo nordestino. Chegou a tentar, sem sucesso, ser eleito para um cargo público. E seu jumento paramentado nunca foi entregue à Santa Sé.


Fonte: Revista de História da Biblioteca Nacional, nº 58/2010.

Sem ser entregue ao Vaticano conforme promessa de Damião, o Santo Padre ficou literalmente privado de ouvir o relincho do animal sagrado que transportou Jesus de Nazaré, ouvindo tão somente os de seus exploradores.


Coitado de Damião!

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pão e água!

" Meu corpo fica saturado de prazer quando tenho pão e água, e "nada pode originar-se do nada ".

Sobre o desafio de produzir com sustentabilidade.


Do professor Eron Bezerra-da UFAM, em artigo publicado na Revista Princípios, nº113/junho e julho de 2011.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Vendo o outro!

" A escola é também o lugar da convivência entre os diferentes em que, pela palavra e não pela violência, se aprende a ir vendo o outro como igual, mesmo que diferente."

Carlos Roberto Jamil Cury-educador e filosofo. Fonte: Revista AeE, nº 14/março/2011.


Tal assertiva para ter resultado, e mais que isso, consequência é preciso mudança de hábitos e atitudes, coisas muito propaladas, mas ainda de pouco uso prático.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A lei da vida é mudar!

"A velhice não é um fato estático: é o término e o prolongamento de um processo. Em que consiste esse processo? Em outras palavras, que é envelhecer? Esta idéia se acha ligada à de transformação. Mas a vida do embrião, do recém nascido, da criança, constitui uma incessante transformação.

Seremos levados a concluir, como o fizeram alguns, que nossa existência é uma morte lenta? Certamente não. Semelhante paradoxo desconhece a verdade essencial da vida: ela é um sistema instável no qual se perde e se reconquista o equilíbrio a cada instante; a inércia é que é o sinônimo de morte. A lei da vida é mudar."


Da obra: A velhice-a realidade incômoda. Simone de Beauvoir.


E você, obedece qual lei?

sábado, 9 de julho de 2011

Dois donos!

" Cachorro que tem dois donos, termina morrendo de fome".


Dito popular, referenciado por Andrea Gurgel em diálogo recente de nosso encontro. Andrea é arte educadora.


Depois que ouvi tal expressão fiquei pensando na profundidade de declaração tão simples, mas cheia de sabedoria.

E Vc acha que vai morrer de fome?